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O 'Pinga-Fogo' é uma atividade de perguntas e respostas, com os seguintes objetivos:
- Divulgar a Doutrina Espírita através da abordagem de assuntos diversos;
- Obter maior participação do público, atendendo ao interesse de maior número de pessoas;
- Atender a questões mais urgentes e necessárias dos ouvintes;
- Fomentar a curiosidade intelectual e despertar o interesse pelo estudo da doutrina.
A atividade também será realizada mensalmente na Casa Espírita, com expositores do Osgefic e de outras Entidades Espíritas do Distrito Federal, despertando a atenção do público através da realização de uma exposição diferente e dinâmica.
INSTRUÇÕES BÁSICAS
- Enviar perguntas através do formulário disponível no site, procurando redigí-las de forma concisa, para o correto entendimento. É importante que o participante informe o seu nome completo;
- Os participantes poderão solicitar complementação, caso a resposta não tenha sido satisfatória.
- Não criticar religiões ou pessoas na formulação das questões.
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Reflexões sobre a Expulsão de Trabalhador do Centro Espírita
Qua, 21 de Maio de 2008 07:24
Equipe do Pinga-Fogo
De acordo com o Código Civil Brasileiro, os Centros Espíritas são enquadrados como associações, definidas pela "união de pessoas que se organizem para fins não econômicos". No inciso II do Art. 54, fica estabelecido que o Estatuto das associações deva conter "os requisitos para a admissão, demissão e exclusão dos associados". Em termos legais, cada Instituição Espírita, com base em seu Estatuto, disciplina a organização e normatiza a admissão e exclusão de trabalhadores. Portanto, do ponto de vista legal, cada situação é particular e os Centros Espíritas possuem autonomia para afastar trabalhadores de seu quadro social, seja por um curto período, seja por tempo indeterminado. No entanto, o mesmo Código estabelece no Art. 57 que "a exclusão do associado só é admissível havendo justa causa, assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso, nos termos previstos no estatuto".
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Prece é o que Santifica o Culto aos Mortos
Ter, 29 de Abril de 2008 06:42
Equipe do Pinga-Fogo
O culto ao mortos é uma prática difundida desde os primórdios da humanidade, sendo realizado de várias formas, de acordo com os costumes, cultura e ensinamentos transmitidos de geração a geração. Reflete, de certo modo, a crença na sobrevivência da alma após a morte, enquanto uma convicção de que a morte não é o fim da existência. Nas obras básicas da Doutrina Espírita e naquelas que lhe são complementares, encontramos diversas referências dispersas sobre esta tradição. Em 'O Livro dos Espíritos', Allan Kardec pergunta na questão 321: "O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias? Apraz-lhes ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos?". Recebeu como resposta: “Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro dia qualquer”. Ainda não satisfeito com a resposta, perquiriu: "Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas?". No que os Espíritos responderam: “Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento" (grifo nosso).
Manifestações Psicofônicas durante o Passe
Ter, 29 de Abril de 2008 06:31
Equipe do Pinga-Fogo
Não é necessário que ocorram manifestações psicofônicas durante o passe, muito menos que os Espíritos dialoguem com os pacientes. Sobre este tema, André Luiz se manifestou de forma conclusiva no livro 'Conduta Espírita', afirmando que se deve "interromper as manifestações mediúnicas no horário de transmissões do passe curativo" (psicografia de Waldo Vieira - capítulo 28). Raul Teixeira vai além ao afirmar que o fato do indivíduo receber Espíritos ao aplicar passes "muitas vezes esconde a sua insegurança, o seu atavismo não-espírita, os seus hábitos deseducados. Ele não crê que os Espíritos dele possam se utilizar sem a necessidade da incorporação" (do livro 'Diretrizes de Segurança', questão 83).
Esclarecimentos sobre os Ovóides e o Processo de Formação do Perispírito
Seg, 03 de Março de 2008 11:47
Equipe do Pinga-Fogo
O conceito de ovóides foi apresentado por André Luiz, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, especialmente nas obras 'Evolução em Dois Mundos' e 'Libertação'. Esta terminologia não encontra referência direta nas obras básicas da Doutrina Espírita, embora Allan Kardec, em 'O Livro dos Médiuns', afirme que o "perispírito se dilata ou contrai, se transforma: presta-se, numa palavra, a todas as metamorfoses, de acordo com a vontade que nele atua". Portanto, depreendemos desta afirmação do codificador sobre a possibilidade do fenômeno da ovoidização. Porém, não encontramos nenhuma citação de que este processo seja um estágio obrigatório na evolução do Espírito. Nenhum Espírito está fadado a passar por este processo, cuja ocorrência é verificada, de acordo com as obras que o abordam, principalmente em Espíritos em profundo desequilíbrio, atormentados por pensamentos atrozes e de culpa.
Atitude do Espírita frente os casos de charlatanismo
Qua, 13 de Fevereiro de 2008 13:58
Equipe do Pinga-Fogo
Em 'O Livros dos Médiuns', no Capítulo XXVIII, Allan Kardec alerta que "o mais absoluto desinteresse é a melhor garantia contra o charlatanismo". Dirigia-se, nesta obra, especialmente aos médiuns, mas todos devemos estar atentos ao preceito de Jesus Cristo, ao afirmar que devamos "dar de graça o que de graça recebemos". Com essa recomendação, prescreve que ninguém se faça pagar daquilo por que nada pagou. Utilizar-se da faculdade mediúnica ou dos princípios doutrinários do Espiritismo para benefício próprio é desviar estes instrumentos de seu objetivo providencial: a instrução dos seres para o progresso necessário. A mediunidade é uma faculdade concedida para o bem e os bons Espíritos se afastam de quem pretenda fazer dela um degrau para chegar onde quer que seja, que não corresponda às vistas da Providência. Portanto, a primeira orientação a ser observada ao nos depararmos com "espíritas" - se assim o podem ser chamados - que deturpam os propósitos do Espiritismo é a desconsideração de suas idéias, promessas e serviços.
É possível um Espírito se manifestar em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?
Qua, 13 de Fevereiro de 2008 13:47
Equipe do Pingo-Fogo
Em 'O Livro dos Espíritos', Allan Kardec questiona sobre a possibilidade da ocorrência deste fenômeno (questão 92). A Espiritualidade Superior informa que cada Espírito "é um centro que se irradia para diferentes lados e é por isso que parece estar em muitos lugares ao mesmo tempo" (grifo nosso). Para ilustrar, fazem um comparativo com o Sol, que "é apenas um e, entretanto, irradia-se em todos os sentidos e leva seus raios para muito longe". Outra analogia que podemos fazer é com os aparelhos de televisão. Pode-se projetar a imagem de um homem ou um fato em todas as direções, sendo vistos em vários lugares no mesmo instante. Considerando-se o poder de certos Espíritos, muito superior ao dos aparelhos feitos pelos homens, podemos ter uma noção das possibilidades deste fenômeno.
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