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Poemas, músicas, mensagens mediúnicas e relatos que contam um pouco da história do "Obras Sociais Grupo Espírita Fraternidade Irmã Celina", tanto na sua dimensão material quanto espiritual. Além disso, o conteúdo desta seção apresenta as informações disponíveis sobre Celina, a Mentora desta Instituição Espírita.
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OSGEFIC - uma história secular
Seg, 20 de Agosto de 2007 20:19
Irmão José (Espírito) - com adaptações
Em 9 de outubro de, na cidade de Saint-Denis na França, reunia-se no plano espiritual um grupo de Espíritos compostos por ex-religiosos, políticos, militares, artistas que haviam falido em suas missões. Atormentados por dores e perturbações, esses Espíritos foram resgatados por Irmãos da Espiritualidade Maior que, sensibilizados, os deixaram em tratamento por quase um ano, até o momento de reunirem-se com Celina.
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Celina
Seg, 20 de Agosto de 2007 19:33
Maria João de Deus (Espírito)
Quando elevamos ao céu nosso olhar suplicante, há para todos nós, os que se afligem na provação, uma carinhosa e compassiva Mãe que nos ampara e consola. Compadece-se de nossa dor, contempla-nos com misericórdia e manda-nos então o anjo da sua bondade, para balsamizar nossos padecimentos. É Celina, a suave mensageira da Virgem, a Mãe de todas as mães, o gênio tutelar da humanidade sofredora.
Gênese Espiritual da Fraternidade Irmã Celina
Dom, 31 de Dezembro de 2006 21:00
Marília Luiz do Nascimento
Entre dores e rangeres de dentes, no início do século XX, ao ano de 1910, uma falange de espíritos protetores e nimbados de luz resgatam das dores e das perturbações um grupo de espíritos que falharam em suas missões anteriores como artistas, políticos, militares e religiosos. Após um longo período de tratamento, esse mesmo grupo é levado à presença de Celina, entidade de luz e movida pelo amor, que se propõe a ajudá-los numa nova oportunidade de reparação e ascensão: O Espiritismo. Contudo, todos eles deveriam aprender a carregar como cetros a Fraternidade e a Sabedoria, pois apenas nesses apoios a nova missão teria êxito.
Poema à Irmã Celina
Qui, 16 de Março de 2006 21:00
Marília Luiz do Nascimento
Quantas vezes o orgulho nos fala ao coração... Quantas mentiras alimentadas ao longo das existências E pela espada feitas e defendidas como verdades... Mergulhamos, assim, no breu de nossos tormentos e ilusões! Alimentando o egoísmo e a mesquinhez das paixões, Preferimos os espinhos à colheita de flores.
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